
Abdulle Ibrahim carrega o filho Adam Ibrahim no acampamento de Dadaab - onde sobreviver é premissa maior e comemorar o Dia dos Pais soa como acinte. (foto de Schalk
van Zuydam / AP)
"Há 20 anos, a rotina se repete: eles chegam sem nada além da roupa do corpo, exaustos das caminhadas de semanas, às vezes meses, famintos em busca de abrigo. Os portões de Dadaab, o maior campo de refugiados do mundo, no Quênia, nunca se fecham - e o complexo, projetado para abrigar 90 mil moradores, está lotado. Nos últimos meses, superlotado: a pior seca no Chifre da África em 60 anos está levando diariamente ao menos 800 pessoas a bater nas portas de Dadaab."
Eu não poderia iniciar esse post que não fosse com essas palavras da jornalista Giovana Sanchez, que faz a cobertura para o portal G1 da tragédia que está acontecendo no Quênia, que a ONU classificou como "epidemia de fome".
Se, no post acima, eu citei a Revolta da
Chibata, quantos Joões Cândidos são necessários para essa luta pelos direitos
humanos no Chifre da África? Lembrando que 2011 é o Ano Internacional dos Povos
Afrodescendentes.
Para ler a cobertura do G1 sobre a crise
humanitária em Dadaab, clique AQUI
Para acessar a página da ONU
Brasil sobre a crise, clique AQUI
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